Este
livro surgiu inicialmente como um desafio da Manuela, uma amiga de infância.
Tudo aconteceu no nosso último jantar de antigas colegas, em Dezembro de 2019,
o que começou como um retorcido estratagema para surpreender o pai pelo seu 80º
aniversário, rapidamente ganhou pernas para andar.
Consciente
da responsabilidade de tamanha empreitada, comecei no início de 2020 a ler as
notas que me forneceram e a esboçar o livro, colocando-lhe o meu cunho pessoal.
Durante meses, entre telefonemas e visitas, limitadas a um acenar à distância
através da porta, por termos ficado limitados de contacto, fui trocando
impressões, ideias e fotografias com o Engº Magalhães e a sua mulher Maria
Orízia.
A
imensa energia e o trato agradável como sempre me receberam, foi fundamental
para a evolução destas páginas.
E,
foi com um sentimento de orgulho, que finalmente lhe comuniquei que terminara o
livro.
Não posso contudo, deixar
de lembrar que durante todo o período que demorou a criação desta obra, esta
família foi uma vez mais sujeita às mais difíceis provações, as mesmas que, com
a força que os caracteriza, rapidamente superou.
Da minha parte, espero
ter estado à altura do que me pediram, com a certeza de que depois de os ter
conhecido na sua intimidade, fiquei consideravelmente mais rica e crente de que
ainda existem famílias ideais.
Obrigada pela confiança,
pela energia, pela alegria que vos caracteriza.
Se aprendi algo com esta
experiência, foi que todos temos um caminho a percorrer, com ou sem estrela
guia, está nas nossas mãos tomarmos as rédeas do nosso destino. E, se, nem
sempre nos parecer fácil, é nas maiores adversidades que encontramos o melhor de
nós.
Não posso deixar de
acentuar aqui, que a força e o amor que une este casal é a prova viva de que
existem casais destinados a um “Era uma vez...” e “Foram felizes para sempre!”.

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